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redução de estoque no aftermarket automotivo

Afternarket automotivo e redução do excesso de estoque

Ao longo dos anos, encontrei-me com muitas empresas do setor de reposição automotiva (aftermarket automotivo) com planejamento de demanda e otimização de estoque sempre sendo um ótimo tema para debate. Para muitas dessas empresas, a redução do excesso de estoque é um grande obstáculo e algo que causa dores de cabeça para as equipes de gerenciamento, finanças e cadeia de suprimentos.

Embora existam alguns segmentos específicos do mercado de reposição automotiva em que o excesso de estoque é uma parte inevitável de seu modelo de negócios, há muito poucos exemplos de negócios em que nenhuma redução no excesso de estoque pode ser alcançada.

Na grande maioria das organizações, independentemente dos motivos que originaram o excesso de estoque, esse é tipicamente involuntário e indesejado. Mas quais são os sinais indicadores de que o excesso de estoque está freando o desempenho do seu negócio?

Com base na minha experiência de trabalho com empresas do mercado de reposição automotiva, destaquei os ‘sintomas’ mais frequentes que indicam a presença de excesso de estoque. Estes são classificados em 3 cenários diferentes que exploro abaixo:


CENÁRIO 1: HÁ UM EMPILHAMENTO NO ARMAZÉM

Em muitos negócios de reposição automotiva, o excesso de estoque é fisicamente visível. Na verdade, esta é muitas vezes a primeira coisa que se nota na chegada!

Simplificando, o armazém não é grande o suficiente para lidar com todo o excesso de estoque e os produtos acabam se acumulando em áreas que não são realmente adequadas para armazenar peças automotivas grandes e volumosas.

Se persistir, o problema pode se tornar tão grave que as empresas exigem armazenamento externo ou até mesmo investimento em novas instalações. Outra consequência é que os processos do armazém parecem confusos e carecem de serenidade.

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CENÁRIO 2: O EXCESSO DE ESTOQUE ESTÁ ACABANDO COM O CAPITAL DE GIRO

O desconforto de carregar estoque em excesso é frequentemente sentido pelo departamento financeiro. Os gerentes financeiros têm várias maneiras de analisar os estoques; uma delas é a liquidez, ou seja, a capacidade da empresa de honrar suas obrigações com o dinheiro que está no banco mais os valores a serem recebidos (em essência, não incluindo as vendas do estoque mantido). No mercado de reposição automotiva, isso muitas vezes pode deixar a empresa em uma posição em que não tem dinheiro. Consequentemente, isso pode forçar as empresas a aumentar sua dependência da dívida.

Ao identificar essa situação, o gestor financeiro muitas vezes insiste que o estoque seja reduzido para liberar capital de giro. No entanto, apesar da presença de estoque em excesso, a equipe financeira de uma organização muitas vezes não tem jurisdição sobre o estoque e, portanto, depende das soluções propostas pela equipe da cadeia de suprimentos.

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CENÁRIO 3: O INVENTÁRIO ESTÁ SE TORNANDO OBSOLETO

Uma maneira de entender o estado atual dos estoques é dividi-lo em 2 partes. A primeira parte é o “equilíbrio do passado.” Em essência, essa é a diferença líquida entre as vendas planejadas e reais. A segunda parte dos estoques é baseada em previsões de demanda e políticas de estoque. Este é o estoque necessário para atender a demanda futura.

Ao procurar a origem do excesso de estoque, as políticas de estoque são um bom ponto de partida. Afinal, mesmo que uma empresa atinja sua previsão de vendas, políticas mal alinhadas ainda podem resultar em excesso de estoque paralisante.

A política associada ao estoque de segurança é uma das principais causas do excesso de estoque. Conforme destacado pela Wikipedia, estoque de segurança é: “um nível de estoque extra que é mantido para mitigar o risco de ruptura de estoque devido a incertezas na oferta e na demanda”

Por exemplo, se uma empresa espera vender 100 unidades de um tipo específico de farol, você pode optar por manter 110 unidades em estoque para absorver eventuais oscilações de demanda, ou seja, essas 10 unidades adicionais são o ‘estoque de segurança’.

A grande questão é como as empresas calculam o estoque de segurança: grosseiramente, ele é determinado pelo desvio padrão da demanda histórica (geralmente nos últimos 12 meses). Isso funciona bem para itens com pouca variação; no entanto, para itens com crescimento positivo/negativo, tendências sazonais, demanda irregular e esporádica esta regra causa muitos erros.

Por exemplo…

Imagine que você tenha um item que tenha uma demanda média de 141 unidades (por mês) e um desvio padrão de 91.

A empresa deseja ter um nível de serviço de 95% (z = 1,645) e o lead time é de 15 dias.

Usando uma fórmula simplificada disponível na Wikipedia, o estoque de segurança seria de 106 unidades.

Ou seja, mesmo que a previsão de vendas aponte para 95 unidades, o estoque de segurança pode ser declarado em 106 unidades. Como você pode ver, isso resultaria na retenção de quase 2 meses de demanda por este item.

Compreender a situação analisando um item separadamente é simples. Dado que muitas empresas de reposição automotiva oferecem milhares de SKUs, os estoques de segurança simplesmente não são revisados ​​com frequência suficiente. Da minha experiência de trabalhar com muitas empresas de reposição automotiva, o estoque de segurança pode acabar sendo revisado a cada seis meses ou, em alguns casos, anualmente.

Essa é uma das principais razões pelas quais há grandes volumes de estoque de reposição automotiva que não giram.

Como você pode reduzir os problemas de excesso de estoque? Um diagnóstico simples pode acelerar seu desempenho!

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Ali Zaidi

Slimstock Brasil

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